Bem, a Priscila ouviu seu coração, se tornou uma auditora da Ernst & Young, onde trabalhou por 11 anos. Depois foi pra Coca-Cola e por três anos fez a volta ao mundo trabalhando em várias filiais da empresa. Eram dois meses em cada país e os fins-de-semana livre para viajar. Trabalhou na China, Japão, México, Suazilandia, Índia, Alemanha, Áustria, Suiça, Itália e conheceu ao todo 33 países e 180 cidades. E eu, claro, recebi postais e lembranças de muitos deles. Porque amizade boa é assim mesmo, até de longe continua presente.
Hoje minha amiga se estabeleceu em Atlanta, um dos lugares que estou visitando nos EUA. Ela tem uma cachorrinha fofa, a Dibs, da raça havanes que, aliás, é a mesma do meu, o Mozart. Fui eu que fiz a maior campanha pra ela pegar uma filhinha. E tinha de ser do reino animal! Pois afinal não são eles que nos deixam mais humanos?
Hoje minha amiga se estabeleceu em Atlanta, um dos lugares que estou visitando nos EUA. Ela tem uma cachorrinha fofa, a Dibs, da raça havanes que, aliás, é a mesma do meu, o Mozart. Fui eu que fiz a maior campanha pra ela pegar uma filhinha. E tinha de ser do reino animal! Pois afinal não são eles que nos deixam mais humanos?
Inclusive Dibs está nesse exato momento mordendo e sacudindo o Cabeção, sua pelúcia preferida, para chamar minha atenção e me tirar do computador. Seus olhinhos de jabuticaba e seu rabo sorridente é um convite para o bom humor.
Priscila, hoje com 39 anos, está feliz da vida. Tem orgulho de sua carreira, sua trajetória de vida. Mora numa bela casa, se sustenta sozinha,vive rodeada de amigos, visita sempre a família no Brasil e no fim-de-semana vamos curtir uma praia nas Bahamas.
E pensar que, há menos de meio século, o máximo que a maioria das mulheres poderia sonhar era com um bom marido, uma casa cheia de filhos e um avental na cintura... Nada contra. Mas como é delicioso ter opções!